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Lucas Wallace
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Salmos 23

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1 O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.
2 Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranqüilas.
3 Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.
4 Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o
teu cajado me consolam.
5 Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice
transborda.
6 Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do
Senhor por longos dias.

Salmos 91

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1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará.
2 Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.
3 Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa.
4 Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras refúgio; a sua verdade é escudo e broquel.
5 Não temerás os terrores da noite, nem a seta que voe de dia,
6 nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia.
7 Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido.
8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
9 Porquanto fizeste do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo a tua habitação,
10 nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
12 Eles te susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.
13 Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
14 Pois que tanto me amou, eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque ele conhece o meu nome.
15 Quando ele me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei, e o honrarei.
16 Com longura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha salvação.

CRIACIONISMO

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Piada

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Era uma vez, lá em 2000.

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O capitão é o cara!

Eu já não era o mais novinho do clube e da unidade, já apareciam pessoas bem mais novas do que eu, cheguei a pensar que já era experiente que já dominava a área de desbravadores, já fazia ordem unidade com mais facilidade, as vezes consegui uma vaga pra jogar bola com os moleques grandes.
Meu objetivo era ser o melhor desbravador. Mas estava difícil, porque tinha um cara que o pessoal respeitava, ele não era o conselheiro, e nem membro da diretoria, e todos queriam estar no lugar dele, ele era o capitão! Além do Douglas tinha um menino chamado Bruno, ele era o capitão da unidade, o mais dedicado desbravador, sabia muito de ordem unida, ele com certeza nasceu para ser um líder!
Certa ocasião a diretoria inteira tinha se atrasado e ele coordenou a abertura da reunião sozinho, recebeu as unidades, fez os ideais, cantou o hino e contou meditação , fiquei super admirado, e sem duvidas tinha que ser igual a ele.
Aprendi a importância de um capitão, e comecei a amar uma unidade chamada “Filhos de Israel”, foi um ano maravilhoso, pois comecei a entender como funcionava o clube de desbravadores.
O Ano de 2000 foi um ano muito movimentado, o clube passeava muito para parque, entregava folhetos, recolhia alimentos, e varias outras atividades como vender cromos e etc. Mais infelizmente não ouve camporee! Não seria desta vez que sentiria a emoção de um camporee.

No Amor Não Existe Medo

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21 de julho Quinta



No amor não há medo; o amor que é totalmente verdadeiro afasta o medo. Portanto, aquele que sente medo não tem no seu coração o amor totalmente verdadeiro. 1 João 4:18, NTLH

O medo possui imenso arsenal. Não há ninguém que fique fora do alcance de suas várias armas: medo de perder o emprego, de emprego novo, do desconhecido, de perder a saúde, de ser diferente, de intimidade, de rejeição, de fracasso, etc.

O apóstolo diz: “O amor que é totalmente verdadeiro afasta o medo.” O medo e o amor são mutuamente excludentes, não convivem no mesmo ambiente. O medo é controlador, nos paralisa. Se estamos com medo, ficamos “envelopados”, fechados, encaracolados dentro de nós mesmos. O amor, por outro lado, nos leva à aproximação. Quando crescemos em amor, diminuímos em temor.

Quando você tem certeza de ser amado por outra pessoa, tem a tranquilidade de que não precisa mudar ou ser bom para ser aceito.

Charles Swindoll conta a história de David Ireland, que escreveu um livro intitulado Cartas Para Uma Criança que Ainda Não Nasceu. Ireland escreveu uma carta para a criança que ainda se encontrava no ventre da esposa, pouco antes de sua morte ocasionada por uma enfermidade neurológica. A respeito da esposa, Ireland se expressou assim: “Sua mãe é uma pessoa incrível. Poucos homens sabem o que é receber um muito obrigado por levar a esposa para jantar fora, quando isso implica em tudo o que acontece em nosso caso. Significa que ela tem que me vestir, me barbear, escovar meus dentes e pentear meu cabelo. Tem que me levar na cadeira de rodas para fora de casa e descer a escada, abrir a garagem, abrir o carro, dar a volta, virar-me para que eu me sinta confortável, dobrar a cadeira de rodas, colocá-la no carro, entrar no carro, dar partida, tirar o carro da garagem e seguir para o restaurante. Então começa tudo de novo: ela sai do carro, abre a cadeira e a porta, vira meu corpo, põe-me em pé, faz-me sentar na cadeira, puxa os pedais da cadeira para que eu me sinta confortável. Nós nos sentamos para jantar e ela me coloca comida na boca durante toda a refeição. Quando terminamos, ela paga a conta e empurra a cadeira de volta para o carro, e começa tudo de novo, só que ao contrário. Depois que tudo acaba ela diz com sincera cordialidade: ‘Querido, obrigada por me levar para jantar’ e eu simplesmente não sei o que dizer” (Amigos de Verdade, p. 96).

No amor não há temor.

Era uma vez, lá em 1999.

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Eu desbravador!

Depois de varias reuniões que participava de penetra enfim fui autorizado a participar, isso foi no começo de 1999.
Pela primeira vez meu nome foi colocado na folha de presença de uma unidade chamada Tigres, me apaixonei por aquela unidade, ela era a que gritava mais, apesar de sermos os menores. Tínhamos com certeza o melhor conselheiro que já passou pelo clube, ele se chamava Douglas, não houve conselheiro como ele! eu o Admirava, ele dava os comandos como ninguém, com certeza aquele jovem sabia o que era ser um desbravador!
Eu estava ali para aprender, e iria aprender com o melhor!
Os cantinhos de unidades foram acontecendo e eu fui aprendendo aos poucos, e uma das coisas que aprendi é que existia uma hierarquia (com certeza eu não conhecia está palavra) e nessa hierarquia, existia um menino que depois do conselheiro era o mais importante, ele era denominado o Capitão da Patrulha, (que hoje chamamos de Unidade), e também tínhamos o secretario que sempre estava com a pasta da unidade, e preenchia a chamada, o tesoureiro não tinha uma função definida, na verdade não descobri o que ele fazia até hoje, mais ele era importante, iria substituir o secretario. Eu sempre ficava quietinho, pois eu ainda não sabia nada sobre desbravadores, só olhava para aprender.
Um ano tinha se passado desde meu encontro com o clube, e já estávamos nos preparando para o dia dos desbravadores, parecia uma festa de aniversario, pois todos estavam empolgados.
Todos tinha suas obrigações levar bandeiras, tochas, bíblia e etc. ao dividir algumas tarefas, pediram para mim recolher o dizimo e as ofertas, eu fiquei todo feliz com a responsabilidade, mais havia um problema, que foi lembrado por alguém, eu não tinha uniforme!
Uma pessoa chegou em mim e perguntou minha idade, eu falei com muito orgulho que tinha completado 10 anos em março, estávamos já em abril de 1999, a pessoa perguntou se eu já tinha uniforme eu disse que não, minha primeira atividade oficial no clube tinha “ramelado” (foi o que pensei).
Meu sonho era ter um uniforme do clube, mais infelizmente minha mãe não tinha condições para compra-lo.
Pela primeira vez a Cristiane cruzou o meu caminho, algumas semanas antes da investidura ela conseguiu um uniforme para mim, fiquei muito empolgado, não conhecia a pessoa, nem sabia que ela seria muito importante em minha vida, mais amei o uniforme, todo dia eu provava ele, me sentia o menino mais bonito do universo com aquele uniforme, minha mãe me obrigava a tirar ele!
Enfim o Dia Mundia dos Desbravadores havia chegado, o clube estava lindo, quase todos estavam uniformizados. Pude recolher o dizimo e as ofertas.
Neste mesmo dia me tornei um desbravador de verdade, fui investido pelo Regional Hugo. (dia 24/04/1999).
Neste mesmo ano fui convidado a descer as aguas do batismo, aceitei pois era um dos meus sonhos. Minha mãe me alertou da responsabilidade do batismo, e disse que seria no batismo da primavera, pois era o batismo dos jovens, fui batizado com o meu uniforme do clube, em 19 de setembro de 1999 descia as aguá, foi um dia muito importante para mim. Dentro do tanque estava o meu irmão mais novo Thiago Welles, Lidiane e Agnelo. O clube cantou, a igreja estava lotada, meu pai foi assistir meu batismo, fiquei muito feliz com isso.
Mais 1999 não foi só alegria, passei por um final de semana muito triste. Foi o fim de semana do Camporee Rumo ao Porto Seguro, mais não fiquei triste porque fiquei doente lá, ou por não ter participado de alguma prova, e sim porque eu não tinha ido, a igreja parecia deserta, não havia jovens, todos meus amigos estavam lá, minha única fonte de felicidade era a Tia Le (outra pessoa muito importante para mim e para o clube de desbravadores), que não tinha ido ao camporee, ela sem duvida era a pessoa adulta mais legal do mundo!
Na outra semana os desbravadores estavam cheios de novidades, só eu que não tinha nada pra contar, mais prometi para mim que nunca mais iria perde um camporee novamente!